Por que os KPIs são tão importantes?

Não se pode gerenciar o que não se pode medir. Esse trecho adaptado, tirado de uma famosa frase de Peter Drucker, ressalta a importância dos KPIs (Key Performance Indicators ou, no português, Indicadores Chave de Performance) no atual cenário empresarial. Eles são usados para medir o desempenho dos processos corporativos e ver se determinados trabalhos estão impactando positivamente nos resultados da empresa.

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Por que usar soluções de BI que acompanham a evolução do negócio?

No mercado, podemos encontrar as soluções de Business Intelligence ‘enlatadas’, que não podem ser customizadas para atender às necessidades de gestão de dados específicas de cada negócio. Essas soluções são muito benéficas para empresas que estão iniciando no mercado, cujos gestores estão tendo a primeira experiência com a gestão de dados e aprendendo a tirar valor deles.

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Qual a diferença entre Big Data e Business Intelligence?

Big Data e Business Intelligence são duas tecnologias que têm sido bastante discutidas nos últimos tempos no universo empresarial. Apesar de ambas serem voltados para o tratamento e análise de dados e possuem conceitos bem diferentes. Entender o papel de cada uma dentro de uma empresa é fundamental para que possam ser implementadas e utilizados corretamente e gerarem valor para o negócio.

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O que é o Power B.I?

Não é novidade que o volume – e tipo – dos dados que uma empresa precisa gerenciar cresce em ritmo exponencial. Também não é segredo que essas informações têm origem em uma multiplicidade de fontes. É o Big Data na essência proporcionando vantagens competitivas às organizações que sabem analisar os dados de maneira que consigam extrair informações relevantes.

O Business Intelligence (BI) também não é um conceito novo. Em maior ou menor grau, todas as empresas modernas possuem alguma ferramenta para análise e tomada de decisão baseada em informações, que permitem aos gestores automatizar processos e organizar melhor seu planejamento estratégico. No entanto, não é mais suficiente apenas usar o BI da forma tradicional. É necessário obter um diferencial que permita à empresa estar à frente da concorrência, em um mercado cada dia mais disputado. Nesse cenário, a questão que surge é: como conciliar os dois conceitos, selecionando e consolidando informações importantes originadas por diversas fontes de dados usando os recursos de Cloud Computing e, ainda assim, com agilidade e eficiência? Além disso, como monitorar o negócio de forma ampla e a partir de um único ponto?

Neste artigo, vamos falar sobre o Power BI, plataforma de ferramentas de Business Intelligence na nuvem da Microsoft que oferece resposta a essas inquietações. Mostraremos o que é o Power B.I, as suas principais características e os benefícios que proporciona para as empresas. Acompanhe:

O que é Power B.I.?

De forma simples, trata-se de um conjunto de ferramentas de BI que usa o modelo Cloud como plataforma de apoio. Com ele, é possível realizar a análise de dados – e, por extensão, do negócio – oriundos de fontes de dados diferentes e monitorá-las em uma única dashboard – tudo atualizado em tempo real.

Quais são os benefícios do Power B.I?

Além da já mencionada possibilidade de controlar os indicadores do negócio a partir de um ponto único, o Power BI agrega uma série de outras vantagens para as empresas, dentre as quais nos permitimos citar:

Mobilidade

O principal advento da popularização dos dispositivos móveis foi a possibilidade de estar conectado – e acessar as informações que se deseja – de qualquer lugar e sempre que se precisa. No entanto, é necessário possuir recursos que permitam usar essa característica em sua plenitude.

Nesse sentido, a suíte de ferramentas do Power BI permite que o usuário se conecte sempre que precisar, a partir de aplicativos móveis para Android, iOS e Windows. Dessa forma, os gestores podem obter informações auxiliares para tomada de decisão todas as vezes que entender necessário.

Integração entre várias fontes

A multiplicidade de fontes que o Power BI pode manipular é um de seus principais recursos. A ferramenta oferece a possibilidade de conexão com dados armazenados em repositórios do SQL Server, Oracle, Azure, SAP Hana, SAP BW, Google Analytics e Facebook, apenas para citar algumas das opções.

Com isso, o corpo gestor consegue relacionar e cruzar informações de fontes absolutamente diversas, disponibilizando os relatórios para seus colaboradores sem qualquer custo adicional.

Agilidade

A partir de uma interface com painéis avançados e completamente customizáveis, o Power BI permite a obtenção de insights e respostas de maneira rápida e efetiva. A flexibilidade de não depender de pessoal técnico especializado para obter as informações, além de poder testar vários modelos até atingir o que mais lhe favorece, não pode ser desprezada.

Análise visual

Com a utilização do módulo Power BI Desktop, o próprio usuário pode criar relatórios personalizados e intuitivos, simplesmente, arrastando e soltando as informações que deseja visualizar. Dessa maneira, o painel da ferramenta terá as informações e o visual de preferência do gestor, destacando os dados gerenciais mais relevantes para a organização.

Pacotes de conteúdo

Para além das facilidades já descritas, o Power BI oferece duas modalidades de pacotes de conteúdo: para serviços e organizacional. No primeiro caso, são soluções que permitem conectar a ferramenta a uma série de serviços populares, de modo que o usuário possa visualizar seus dados em painéis e relatórios pré-concebidos para eles.

Já os pacotes de conteúdo organizacional proveem recursos para que os próprios integradores criem seus pacotes, aumentando a flexibilidade da solução à medida que possibilita a integração com dados específicos da empresa.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre Power BI? Entre em contato com nossa equipe!

As oito tendências de Big Data mais relevantes para 2017

O ano de 2017 será bastante agitado para o universo do Big Data, por dois motivos. Primeiro, porque o volume de dados estruturados e não-estruturados continua crescendo a um ritmo alarmante. Segundo, porque as empresas estão precisando urgentemente extrair um maior possível valor de seus dados, para poderem monetizá-los. E isso está, inevitavelmente, colocando muita pressão nos departamentos de TI e preocupando os gestores.

Somente com o Big Data é que eles conseguirão processar e gerenciar seus dados adequadamente e extrair todo o valor de que precisam. E é justamente por isso que veremos mais empresas investindo em soluções de Big Data e capacitando suas equipes para analisarem e compreenderem os dados coletados. A seguir, mostraremos as oito tendências de Big Data mais relevantes para 2017.

1. A Cloud Computing dará mais suporte ao Big Data

O grande volume de dados exige que as empresas o armazenem em um local seguro e escalável, que evite violações massivas e expanda à medida em que ele cresce. A cloud computing é o local escolhido por muitas empresas, pelo fato dela reduzir ou eliminar custos com infraestruturas locais de TI e se expandir facilmente. Em 2017, mais dados serão armazenados na nuvem, e essa tecnologia dará ainda mais suporte ao Big Data.

2. O Data Preparation se tornará ainda mais relevante

De nada adianta ter uma estrutura para coletar e processar dados, se não há uma para combiná-los e organizá-los de forma rápida e eficiente para sua posterior análise. É por isso que mais organizações darão importância ao Data Preparation (no português, Preparação de Dados) e adotarão as soluções oferecidas por empresas especialistas em Business Analytics, principalmente àquelas que lidam com dados de vários tipos e formatos.

3. Big Data e Business Intelligence se unirão

Big Data e Business Intelligence são duas tecnologias que se complementam. Enquanto a primeira ‘minera’ os dados com precisão, a segunda proporciona um melhor entendimento da base de dados e facilita tomadas de decisão estratégicas. Em 2017, em vez de terem equipes e ferramentas distintas para Big Data e BI, muitas empresas passarão a uni-las e trabalhar por meio de uma única infraestrutura.

Em 2017, o Big Data se tornará mais acessível financeiramente, graças às soluções Big-Data-as-a-Self-Service. Isso será muito benéfico para as pequenas empresas, que não podem investir em sistemas avançados nem contratar uma equipe de cientistas de dados. Essas soluções também livrarão os cientistas de tarefas operacionais – como configurações de máquinas – e os permitirão se concentrar em atividades mais estratégicas.

5. A governança de dados se tornará indispensável

Após as soluções de Data Preparation estruturarem e organizarem os dados e os deixarem num estado em que podem ser trabalhados, os gestores precisam governá-los. Essa governança engloba tarefas como aumentar a segurança dos dados, para que eles não sejam roubados ou perdidos, e mapear a árvore genealógica deles, para entender como foram gerados. A governança estará na lista de prioridades de muitos gestores esse ano.

6. Mais esforços se voltarão para a integração de fontes de dados

Quanto mais fontes de dados estiverem integradas, mais transparentes serão os processos da empresa. E com isso, os gestores conseguem explorar melhor o ambiente corporativo e detectar oportunidades escondidas. É por isso que, em 2017, muitos gestores não pouparão esforços na integração de suas fontes de dados. Mas para isso, eles precisarão contar com ferramentas de análises que se conectam a uma ampla gama de fontes

7. A segurança da IoT ganhará ainda mais relevância

Muitos governos e órgãos reguladores intervirão na fabricação de dispositivos IoT (como geladeiras, sensores, lâmpadas, relógios e fechaduras, que se conectam à internet e colhem dados de seus usuários que posteriormente são processados pelo Big Data). Os fabricantes terão que tomar certas medidas para aumentarem a segurança de seus dispositivos, se quiserem continuar coletando e processando os dados gerados por eles.

8. A variedade dos dados aumentará os investimentos

Ao contrário do que muitos pensam, não será o grande volume de dados e a alta velocidade em que eles são gerados que aumentará os investimentos em Big Data, mas sim a variedade deles. Isso é que diz que uma pesquisa feita recentemente pela New Vantage Partners. E como os formatos de dados estão aumentando, as ferramentas de análise precisarão ter a capacidade de se conectar com diversas fontes.

Conhece alguma outra tendência que deixamos de citar? Então aproveite para falar sobre ela nos comentários!

BI: como tomar decisões mais assertivas em sua estratégia empresarial

O entendimento sobre o conceito de Business Intelligence (BI) já é de amplo domínio no ambiente corporativo. De tão utilizado, o termo se tornou quase um mantra repetido por consultores e provedores de soluções, dia após dia.   

De fato, é inegável que uma ferramenta de BI pode ser de grande auxílio para gestores de empresas de qualquer porte e segmento no sentido de fornecer subsídios para a tomada de decisão.

No entanto, em termos mais específicos, como ter certeza sobre as decisões a tomar? Como o Business Intelligence ajuda, de forma prática, a escolher o melhor caminho? Quais os benefícios efetivos de contratar uma solução de BI?

No post de hoje, vamos ampliar a discussão sobre a ação de uma ferramenta de BI, bem como apresentar as vantagens reais de sua utilização para a estratégia corporativa.Vamos lá?

Diferença entre dados e informação

Inicialmente, é necessário definir de forma inequívoca a diferença entre esses dois conceitos que, por serem comumente usados em conjunto, podem levar ao entendimento de que se tratam de sinônimos.

Na verdade, “dado” diz respeito a qualquer referência em estado bruto. Grosso modo e de forma geral são os números coletados em determinado processo ou procedimento corporativo, que são armazenados em um relatório ou planilha. Isoladamente, eles não possuem valor para a empresa, embora sejam a matéria prima para a criação de informação.

Quando recebem um tratamento, ou seja, são processados e relacionados com outros dados eles passam a ter um significado e se transformam em informação. Assim, por exemplo, é possível identificar tendências e começar o planejamento de estratégias com base nessas informações.

Informação + contexto = conhecimento

Embora possa fornecer subsídios que ajudam na tomada de decisão, as informações isoladamente não proporcionam a vantagem competitiva desejada pelas empresas. É preciso ir além, incluindo elementos referentes ao contexto em que essas informações foram obtidas e as relacionando com outras informações e cenários.

Para as organizações pouca valia têm as informações que não proporcionam um “saber” que agrega valor ao negócio. Esse saber, produzido com base nas informações armazenadas, recebe o nome de conhecimento, elemento necessário para que sejam apontados caminhos e soluções aos gestores.

De forma geral, podemos dizer que a criação de conhecimento é o processo de inserir significado às informações. É nesse processo que surge a força do BI, que fornece a inteligência que permite obter conhecimento a partir de dados e informações, de maneira rápida e efetiva.

Análise a partir de dados reais

Naturalmente, um gestor não pode pautar suas decisões com base em “achismos” de qualquer natureza. Ainda que intuição e senso de oportunidade sejam características que não devem ser desprezadas, as ações precisam ser tomadas de acordo com indicadores reais e palpáveis.

Assim, o BI surge como meio para obter as informações, oriundas de diversas fontes, oferecendo aos gestores a análise de acordo com o contexto apresentado. Mesmo aspectos de inteligência competitiva, ou seja, a coleta e análise de informações provenientes do mercado e relativas à concorrência podem ser avaliados com a utilização de ferramentas de Business Intelligence.

Business Analytics

Atualmente, os dados que as empresas têm à disposição são obtidos a partir de diversas fontes e em formatos múltiplos. Além disso, a quantidade de informação cresce a cada dia sendo necessário agilidade para organizar esse volume de dados de modo que apresente respostas rápidas e relevantes.

Nesse cenário, podem ser usados recursos de Business Analytics (BA), que possibilitam a geração de indicadores baseados em fontes diversificadas e em grande quantidade. Em geral, as boas soluções de Business Intelligence trazem consigo características também de BA, algo que não pode ser desprezado por empresas que buscam vantagem competitiva.

 

Em resumo, as ferramentas de BI são úteis no sentido de oferecer respostas rápidas para tomadas de decisão que possibilitem o atendimento ao planejamento estratégico da organização. Sem essa característica, são apenas “transformadores” de dados em relatórios. Para se mostrar efetiva, uma completa solução de Business Intelligence precisa ajudar o gestor na obtenção de insights que se traduzam em valor para empresa.

Mais que isso, o BI deve auxiliar no processo de aprendizagem organizacional e contribuir para a redução de riscos e o aproveitamento de oportunidades. Naturalmente, a implementação vai depender bastante dos objetivos que se busca e do tipo de negócio, mas as ferramentas de BI se ajustam às necessidades que se apresentam nos mais diversos contextos.

Por fim, para conseguir tomar decisões mais assertivas e de acordo com a estratégia da empresa, o gestor precisa ter as ferramentas de BI adequadas e devidamente configuradas, sob pena de não alcançar todo o retorno que essa poderosa tecnologia tem a oferecer. Nesse sentido, a orientação de pessoal experiente e especializado pode fazer toda a diferença.

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